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    O que pensamos

    Um jornalismo em profundidade é crucial para a garantia dos direitos humanos. É uma ferramenta importante para assegurar o acesso à informação de interesse público e um elemento transformador da realidade.

     

    Forner e Ortiz acreditam no papel do jornalismo independente para o debate público, para transformar a realidade e manter na pauta as metas dos desenvolvimentos sustentáveis, pregados pela ONU para 2030.

    Percebemos que existe a necessidade de abordagens inovadoras e criativas no jornalismo a fim de reportar sobre temas de traumas e conflitos. Mas também sobre conceitos de resistência, herança cultural e ancestral em uma perspectiva histórica com a noção de indivíduos como sujeitos e agentes atuando sobre sua própria imagem cultural de acordo com seus próprios interesses humanos.

    Uma informação responsável tem um papel importante de dissolver tensões, reduzir conflitos e contribuir para o processo de cura de situações traumáticas.

    O jornalismo independente pode atuar como um elemento unificador em uma sociedade muitas vezes polarizada para a prevenção, gestão e resolução de conflitos. Além de ter um papel fundamental ao dar visibilidade a ações e iniciativas positivas que já estão sendo realizadas em comunidades e que merecem ser contadas.

    Quem somos

    Flavio Forner e Fabíola Ortiz são profissionais que se dedicam a cobrir temas sociais e de direitos humanos.

    Em maio e junho de 2017, estivemos no leste da República Democrática do Congo para documentar as histórias de meninos que integraram grupos armados e crianças em situação de vulnerabilidade em Kivu do Norte.

    Visitamos o hospital Heal Africa que cuida de mulheres e meninas sobreviventes de violência e ainda conhecemos abrigos que acolhem meninos recém desmobilizados de rebeldes armados.

    O projeto multimídia “Capoeira no Congo” reuniu histórias, vídeos em pílulas e galeria de fotos sobre a experiência da Capoeira como uma ferramenta de promocação de diálogo e uma cultura de paz no leste do Congo.

    Ouvimos a história de inúmeras pessoas que encontraram na Capoeira uma forma de mudar suas vidas.

    A Capoeira é um dos elementos ancestrais que está conectando o Brasil e a África. Queremos contar tudo isso neste site.



    Traduções

    Nexo Soluções Linguísticas (Inglês), Fabíola Ortiz e Mauricio Lizama (Espanhol).

    A equipe teve a contribuição de
    Rodriguez Katsuva como fixer local e tradutor de Lingala, Swahili, Kinyarwanda e Francês.

    Thales Camargo como voluntário de mídias sociais e editor de vídeos.

    Este projeto só foi possível com o apoio de inúmeros parceiros, amigos e pessoas que trabalharam intensamente conosco.

    Obtivemos o apoio financeiro do Consórcio Erasmus Mundus Journalism e da bolsa de reportagem Reporting Right Livelihood 2017 Journalism Programme.

    Agradecemos à parceira com a Canon Brasil.

    Somos gratos ao apoio institucional da Embaixada do Brasil em Kinshasa, ao Gingando pela Paz, ao Instituto de Pesquisa e Estudos-Afrobrasileiros (Ipeafro) e ao Instituto Brasileiro de Capoeira-Educação (IBCE) na pessoa do Mestre Omni Ferradura.

    Gratidão aos amigos do nosso projeto que nos ajudaram a divulgar nossa empreitada como Capoeira for Refugees, Ecopress da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ao site MigraMundo, ao Centre des Jeunes pour la Paix Grands Lacs, e ao site argentino Noticias Positivas.

    Somos gratos ao apoio que obtivemos no Congo da Unicef, MONUSCO, Médicos Sem Fronteiras (MSF), Heal Africa, Panzi Hospital, Women For Women International.

    Um agradecimento especial e carinhoso aos amigos e indivíduos que nos apoiaram, nos assistiram, nos acompanharam e deram insights em todos os momentos: Mestre Saudade, Marion Arnaud, Paulo Uchôa, André Rodrigues, Marie Diop, Djaounsede Mandjiangar, Mauricio Lizama, Thales Camargo, Rodriguez Katsuva, Elisângela Roxo, Ney Zanella, Franklin, Carla Melki, Andres Batista, Daniel Di Bono, coronel García, professores do departamento de estudos brasileiros da Universidade de Aarhus (Dinamarca), e tantos outros que conhecemos ao longo do caminho.

    Somos intensamente gratos por Kambale Musavuli de Friends of the Congo que exibiu nosso material fotográfico em exposições em Nova York e Washington DC.

    Não poderemos jamais esquecer às pessoas que doaram individualmente para o nosso projeto pela campanha de crowdfunding que fizemos: Antonio Lucio Travaglia, Celio Alves, Carlos Tudera, Fernando Kalil, Georg Fischer, Isabela Almeida, Jaime Fajardo, João Rodart, Jose Miguel Diaz Miranda, Marius Stankiewicz, Nilo de Almeida, Omri Breda, Pilar Lizama e Renata Bassani.

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